Pastorais
 
Publicado por: Bispo João Carlos Lopes
Data: 18/05/2017
Email: bispojc@metodista.com


UM MINISTÉRIO SACRIFICIAL


Apesar da dureza de coração dos coríntios, Paulo não desistia de seu ministério entre eles. Paulo estava disposto a sacrificar-se pelos coríntios e a ama-los mesmo quando eles recusavam-se a corresponder ao seu amor. O apóstolo recusava-se a permitir que a relutância por parte dos coríntios limitasse seu serviço.
O modelo ministerial de Paulo, espelhado no ministério de Jesus nos ajuda a refletir a respeito do nosso próprio ministério e nosso relacionamento com o rebanho sobre o qual Deus nos colocou como pastores e pastoras.
Matthew Henry comenta: "se outros negligenciam seu dever para conosco, isso não significa necessariamente que devamos negligenciar nosso dever para eles".
Se nosso cônjuge não corresponde ao nosso afeto como devem, isto não nos dá licença para negligenciar nosso afeto para ele ou ela. Se nossos filhos endurecem seus corações e nos desobedecem, isso não nos dá liberdade para abandona-los.
Somos desafiados a amar mesmo quando não somos amados.
Como Paulo, não devemos buscar apenas aquilo que nos deixa confortáveis. Somos desafiados a exercer nosso ministério para servir aos outros e, em última instância, para a glória de Deus.
Este tipo de atitude centrada em Deus é rara e, sejamos honestos, é difícil. É contra nossa natureza amar aqueles que não nos amam, servir aqueles que não reconhecem nossos esforços, buscar o interesse de outros antes dos nossos próprios interesses.
Entretanto, sejamos nós pastor ou pastora; marido ou mulher; pai ou mãe; amigo ou amiga seja qual for nossa relação com os outros, este deve ser o nosso alvo (Filipenses 2:1-4).
Buscando esse alvo tornamo-nos melhores testemunha de
Jesus que renunciou a tudo para que nós tivéssemos vida. E glorificamos a Deus que nos amou quando éramos ainda pecadores.
Tenha um abençoado mês de maio!
Bispo João Carlos Lopes

     
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Devocionais Diario

"Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida." (Apocalipse 12:11)
Eu tenho dito com frequência que a melhor defesa é o ataque. Ao invés de apenas tentar manter o nosso espaço como cristãos, deveríamos ganhar espaço. Deveríamos progredir. Devemos dizer às outras pessoas a respeito de Cristo.
Quando você se identifica como cristão, essa é uma boa maneira de passar uma imagem de pessoa de confiança, mesmo aos ateus. Ao dizer em seu trabalho "sou cristão", ou a familiares ou vizinhos "sou seguidor de Jesus", você está se firmando nessa posição e eles passarão a lhe observar e a avaliar dali pra frente.
E, objetivamente, eles estarão avaliando o próprio Deus. Estarão pensando: "Então é assim que um cristão age. É assim que um cristão trata a sua esposa. É assim que trata o seu marido. Entendi. É assim que um cristão cria os seus filhos. É assim que faz isso e aquilo..." Eles estarão vigiando. E não tem nada pior do que ter o seu comportamento corrigido por um não-cristão, especialmente quando eles estiverem certos.
Você faz algo inconsistente e seu amigo não-cristão diz: "Achei que você fosse cristão". Isso já aconteceu com você?
"Bem, eu sou cristão, louvo a Deus!"
"Então por que você fez isso?"
Talvez você devesse apenas dizer que foi porque pecou e agradecer o alerta.
Quando um cristão estiver caminhando junto com Deus, ele vai querer dizer a outros sobre Cristo.
Todos têm um testemunho, que é simplesmente a sua história. Você não precisa passar por adversidades para ter um testemunho. O que as pessoas diriam de você? Você tem um testemunho. A questão é se é um testemunho bom ou não.


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